eu quero falar o que sinto.........


Os senhores da Terra optaram pela aceleração do "desenvolvimentismo". Modelo consumista insustentável ante a natureza mãe. Exterminam-se de forma impiedosa milhões de vidas sencientes, o que traz junto os atuais descalabros sócio ambientais... Este é o trilho inexorável e involuto do financismo rentista global, gerador das calamidades sócio políticas e da desvitalização humana nas chamadas enfermidades "crônicas",

...Vivemos um processo de decadência como natimortos anestesiados pela mídia venal e corrupta, aceitando a pulverização do "veneno nosso de cada dia" na agro cultura transgênica, e na carcinogênica PECUÁRIA INDUSTRIAL; Formulados ideologicamente pela logica do LUCRO como um fim, aceitamos passivos o suicídio coletivo da nossa espécie, assistindo os elementos de sustentação vital desaparecer na poluição do ar, nas águas doces e nos mares, mas especialmente na alimentação "carnista", super quimifica e desvitalizante...

Foi gerado em apenas dois séculos uma engrenagem essencialmente antivida, que inverteu todos os valores e códigos éticos minimamente necessários para a sobrevivência sustentável.

Impregnou-se na espécie humana uma brutal insensibilidade ante seus próprios semelhados, e aos animais não humanos (impera o desamor organizado pela ganancia e ignorância).

Agredindo-se arrogantemente a natureza materna e a todos os seres sencientes; explorando-os de forma brutal e abominável, transformando-os em meros produtos alimentícios mercantilizados, instituindo a violência do "especismo" consentido e cultuado na idiotia comportamental, algo absolutamente amoral e passivo pelo consentimento da barbárie do holocausto animal. São estes os fatores negativos pós modernos, intrinsecamente associados a já insana corrida secular rumo ao "ouro de tolo" que sustenta o sistema das mercadorias e do luxo&lixo...

Holocausto...ainda impune...

Uma das mais árduas tarefas da mídia corporativa internacional, e tentar ressussitar Nosferatus do quilate de G.W.Bush...que jaz semi sepulto na lata de lixo da História...Depois de oito anos da carnificina étnica, no Iraque e no Afeganistão, (buscando o "ouro negro")  Segundo ONGs européias, nos 8 anos de ocupação militar,  foram assassinados, aproximadamente 300.000 civis (incluíndo além  dos caçados "terroristas"; milhares de crianças, de idosos, e de mulheres!) Números cinco vezes maior, do que os falaciosos dados oficiais, que cínicamente, são apresentados pelo genocida exército invasor norte-americanos...
A grande ironia histórica, e que os falcões de Washington, fizeram exatamente o que acusavam o títere ditador Saddam Russein, de "poder" um dia vir a fazê-lo...e por isto, este episódio hitórico, tornou-se um dos maiores estelionatos ideológicos praticados pelo poder  midiático ocidental, e que resultou num dos maiores "extermínio em massa"da humanidade.
 Também um dos mais cruéis, pelas novas tecnologias mortíferas aplicadas, evidenciando a trajetória trágica e incontida do Capital internacional, ( o verdadeiro Senhor das Guerras).
 E esta ignomia e tamanha impiedade, ainda espera num futuro incerto,  a justiça vir a ser executada, (por uma humanidade envergonhada de sua nação líder); a condenar os principais responsáveis deste holocausto, aguardamos um outro "Tribunal de Nuremberg". 

G.W.Bush; o ex-nº1 do império, que se corroi a passos largos, lançou do ostracismo em que se encontra atualmente,  a sua curiosa "autobiografia"; queixando-se especialmente de duas coisas: a) de que ele foi um "incompreedido"; 
b) de que o mundo "ainda não pode reconhecer que ficou melhor" 
depois da invasão feita ao Iraque e ao Afeganistão...

conclusão: tudo é mesmo uma questão de "ponto de vista", ou da "versão do fato". 
Restando a ele, G.W.Bush,  apenas esclarecer melhor a um mundo atônito com tais declarações, principalmente a destroçada, e humilhada nação Iraquiana, qual seria o significado, para ele, do adjetivo "melhor"...
ou então ajudar-nos a localizar, em qual planeta ele sempre viveu, ou ainda habita...


PS:  confira no YouTube: "Discurso do veterano de guerra Mike Prysner";