eu quero falar o que sinto.........


Os senhores da Terra optaram pela aceleração do "desenvolvimentismo". Modelo consumista insustentável ante a natureza mãe. Exterminam-se de forma impiedosa milhões de vidas sencientes, o que traz junto os atuais descalabros sócio ambientais... Este é o trilho inexorável e involuto do financismo rentista global, gerador das calamidades sócio políticas e da desvitalização humana nas chamadas enfermidades "crônicas",

...Vivemos um processo de decadência como natimortos anestesiados pela mídia venal e corrupta, aceitando a pulverização do "veneno nosso de cada dia" na agro cultura transgênica, e na carcinogênica PECUÁRIA INDUSTRIAL; Formulados ideologicamente pela logica do LUCRO como um fim, aceitamos passivos o suicídio coletivo da nossa espécie, assistindo os elementos de sustentação vital desaparecer na poluição do ar, nas águas doces e nos mares, mas especialmente na alimentação "carnista", super quimifica e desvitalizante...

Foi gerado em apenas dois séculos uma engrenagem essencialmente antivida, que inverteu todos os valores e códigos éticos minimamente necessários para a sobrevivência sustentável.

Impregnou-se na espécie humana uma brutal insensibilidade ante seus próprios semelhados, e aos animais não humanos (impera o desamor organizado pela ganancia e ignorância).

Agredindo-se arrogantemente a natureza materna e a todos os seres sencientes; explorando-os de forma brutal e abominável, transformando-os em meros produtos alimentícios mercantilizados, instituindo a violência do "especismo" consentido e cultuado na idiotia comportamental, algo absolutamente amoral e passivo pelo consentimento da barbárie do holocausto animal. São estes os fatores negativos pós modernos, intrinsecamente associados a já insana corrida secular rumo ao "ouro de tolo" que sustenta o sistema das mercadorias e do luxo&lixo...

Consumo de Alcool só aumenta....


Informações do Ministério da Saúde, divulgadas na última semana, em Brasília, mostram que o consumo excessivo de bebidas alcoólicas no país passou de 16% da população, em 2006, para 18% em 2010. A pesquisa, que monitorou 54 mil pessoas com mais de 18 anos, em todas as capitais, também indica que a variação foi maior entre as mulheres. Saltou de 8,2% para 10,6% entre 2006 e 2010. No mesmo período, o consumo entre os homens passou de 25,5% para 26,8%.
O percentual de adultos que apresentaram consumo abusivo de bebida nos últimos 30 dias, contando a partir da data da realização da pesquisa, foi de 25% em Recife, o maior entre as capitais brasileiras. Salvador (24%), Aracajú (23%), São Luís (22%) e Natal (21%) vêem em seguida. São Paulo e Curitiba foram às cidades que apresentaram os menores índices, com 13% e 14% respectivamente.
Com relação ao consumo de cigarros, o levantamento aponta que a proporção de brasileiros fumantes caiu de 16,2% para 15,1%. Entre os homens, o tabagismo caiu de 20,2% para 17,9%, ao contrário da população feminina, que manteve 12,7%. Contudo, a prevalência de fumantes com consumo de 20 ou mais cigarros por dia apresentou pouca alteração, passando de 4,6%, em 2006, para 4,5% em 2010 – no caso das mulheres, houve aumento: em 2006 eram 3,2% e, em 2010, passou para 3,6% de mulheres que fumam 20 ou mais cigarros por dia.
Os dados estão reunidos na pesquisa Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), que é realizada anualmente desde 2006 pelo Ministério da Saúde e o Núcleo de pesquisa em Nutrição e Saúde da Universidade de São Paulo (NUPENS/USP). O mapeamento é realizado por meio de um sorteio de linhas telefônicas residenciais fixas.
Atividade física e obesidade
A pesquisa ainda contemplou questões relativas aos hábitos alimentares e de lazer das pessoas ouvidas. Segundo os indicadores de atividade física, pessoas com menor escolaridade (de zero a oito anos de estudo) se dedicam menos para atividades de lazer, enquanto pessoas com maior nível de escolaridade apresentaram índices superiores.
Outro indicador avaliou as horas que as pessoas gastam assistindo televisão diariamente. As pessoas com 12 ou mais anos de estudo representam 22,2% da população que fica diante do televisor durante três horas por dia. O maior percentual, 29,5%, é referente às pessoas com menor escolaridade (zero a oito anos de estudo). No total, a freqüência de atividade física no tempo livre se manteve estável, com apenas 14,9%.
Com relação ao excesso de peso, o índice passou de 42,7%, em 2006, para 48,1% em 2010. Do total, 52,1% é da população masculina e 44,3, da feminina. Já o índice de obesidade passou de 11,4%, em 2006, para 15% no ano passado. As capitais com os maiores percentuais de obesos foram Cuiabá (19%), Fortaleza (18%), Manaus (18%) e Curitiba (18%). São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte apresentaram, respectivamente, 15%, 16% e 13%. As capitais com os menores índices foram o Distrito Federal (10%), Salvador (11%) e São Luís (12%).